• Cida Chagas

A ESCRITA


A história do Saci Pererê é conhecida. É o nosso folclore. Eu gosto muito do personagem. Para mim ele sempre foi uma criança bem travessa. Sabiam que tem até especialistas em Sacis no Brasil?

Já li muitas histórias de Saci Pererê. Sempre as li e leio para as minhas crianças. Mas, um dia eu pensei como poderia ter sido a origem do Saci Pererê? Como ele poderia ter nascido? E o nome dele? Uma criança mágica, de que forma chegaria? Aí, eu comecei a escrever. Até chegar em algo que realmente me convencesse. Gostei da história criada. Resolvi contá-la.

Para saber se estava certa em publicar o meu livro, fiz um curso com o Alexandre Lobão sobre escrita criativa. Ele é um escritor de Brasília. Fiz outros cursos, com o Augusto Botelho e com a Professora Ana Vieira Pereira. Esses dois, já no final do processo de publicação do livro.

O curso com o Augusto Botelho foi sobre produção de publicações independentes. Aprendi a produzir uma zine. Gostei muito da técnica.

Com Professora Ana Vieira Pereira, participei de uma oficina em que a única coisa que se precisava para começar a escrever eram PALAVRAS.


Algo maravilhoso foi o curso “Vou te contar” da Professora Ângela Barcelos da Faculdade de Artes Cênica da Universidade de Brasília. Participei dos encontros do grupo durante pelo menos um ano, durante um semestre tive uma boa frequência. Depois, no final do livro ainda frequentava, mas já sem muito tempo. Consegui ir.

Quem é de Brasília, vá. É maravilhoso.

Vão adorar a energia boa que passa por ali. O curso acontece nas quartas-feiras das 19h às 21h na UnB. Tem muitas rodas de contação de história.

O encontro nos instiga a participar, a contar história com a nossa interpretação e a ouvir histórias. Nós mergulhamos na história oral brasileira. Esses encontros me motivaram bastante a fazer o áudio do reconto da história do Saci Pererê. Tive mais gás para ir adiante.

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